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quarta-feira, janeiro 31, 2007

at the end of the road you will find the answer

Há um equilíbrio entre razão e emoção.
Uma flor é uma flor por sua engenharia: suas estruturas celulares, suas paredes celulares, seu DNA, sua fotossíntese. Cada molécula, cada átomo tem seu papel fundamental para a identidade, para que possamos reconhecer ela como flor.
Porém, não é só o físico, o material, o concreto que faz a flor. Ela também é o perfume que exala, a cor de cada pétala, a ferida que porventura cause com um de seus espinhos. É a poesia que é feita sobre ela, é a história da qual participa, é a emoção que toma conta na hora que alguém a entrega a outra pessoa como demonstração de afeto.
Então, para que algo seja o que é, é necessário um tipo de equilíbrio, ou então tudo fica confuso demais, difuso demais. Isso vale para plantas, pessoas, ações, palavras, qualquer coisa.
Sem razão, a emoção voa para direções e sentidos aleatórios, como bem quer. Como acha que vai ser melhor, intuitivamente. Mas sem emoção, nada é livre, nada que acontece vale a pena. tudo muito matemático, causa e efeito. Somente conjugando os dois podemos voar livremente com altitude segura, um ponto de partida e um ponto de chegada.
Hora de usar um pouco da razão, não acha?
segunda-feira, janeiro 29, 2007

deixe a música rolar

tanto tempo que não ouço dean martin com aquela música "if I had it in my power, I'd arrange for every girl to have your charms...", mas faz tempo que não ouço música antiga at all. ultimamente muito punk rock e instrumentais.
na verdade eu tô enrolando, porque esqueci o que ia postar. tenho sérios problemas de memória. mas amo escrever, mesmo quando não há nada a escrever, you know. agora toca boys don't cry, do the cure e eu dou um sorrisinho de canto de boca, enquanto digo pra lu que dá pra julgar uma pessoa pelo sabor de miojo ou pelo quanto gosta de green day (esse último dividido em quatro partes: a primeira não gosta de green day, mas tem belo gosto musical/artístico; a segunda gosta de wake me up when september ends, ê modinha féla; a terceira, na qual me encaixo, gosta mais da fase dookie, da fase punk rock mesmo; a quarta nunca ouviu falar e merece o inferno por gostar de funk e/ou pagode.)
então eis que entra o cd de natal do titio frankie (e família), divertido, divertido.

acho que não há nada pra mudar no gosto musical. definitivamente não.
sábado, janeiro 20, 2007
"é porque quando você fala "vou mudar", você já se auto-julgou. você já denominou "eu não gosto disso e disso, nem disso em mim". e às vezes não é por aí que começa... pode até ser, mas é extremamente mais doloroso.
mas você pode se prestar mais atenção... às necessidades, desejos, pensamentos, atos... sem colocar nem nomes, porque isso não ajuda. só vai ajudar quando você estiver bem consciente de todas essas coisas. aí sim pode dizer "isso me serve", ou "isso não me serve".
não tem como "mudar" algo que você não sabe o que é exatamente."

akemi, eu te amo.
terça-feira, janeiro 16, 2007

video killed the radio star

novo template por aqui. acho que deu pra perceber, né, acho que esse vermelho sangue não passa despercebido.
e, bem, novos templates meus aqui, aqui e aqui também.
hope you'll like it, because I don't have anything more important to talk about right now. and this city is so damn cold, I'm with the flu.
segunda-feira, janeiro 15, 2007

vem tchutchuca linda, vem aqui pro seu pretinho / vou te pegar no colo e fazer muito carinho

babaca atrai babaca.
se não atraísse, funk seria indie.

sobre o post abaixo

essa aí foi, mais ou menos, o que eu escrevi na redação da uff esse ano. uma das propostas era a narração. ela trazia consigo vários trechos de música e pedia o seguinte: caracterizar um personagem, quem é, como se apresenta; caracterizar o tempo e o lugar e escolher uma música como base.

se alguém tiver paciência, dê seua opinião, sim?
ele estava conformado. não suportava nada mais, vivia exatamente como se espera que um velho viúvo viva. essas modernidades, dizia ele, só server pra fazer a gente perder o rumo das coisas. e vocês, jovens, vocês não sabem mais o que é o romantismo, tratam as mulheres como meros pedaços de carne.
ele estava conformado por não conformar-se com mais nada. muito tempo se passara desde que Armando perdera sua mulher em um acidente de avião. contava aos netos sobre sua vida. quando eu era da idade de vocês, o amor era uma coisa séria. a gente só conseguia abraçar depois de muito tempo namorando. hoje vocês beijam qualquer uma que aparece no caminho.
na minha época, até a música era completamente diferente, era no toca-discos. a gente podia sentir a agulha tateando cada relevo, o coração gemendo a cada verso. quero ver se vocês vão estar grudados nesses seus eme-pê-três aí quando tiverem meus cabelos brancos.
sentia a falta de sua mulher em seu apartamento três-por-quatro na zona oeste do Rio. era difícil de acreditar, mas mesmo com todo o rancor por tudo que é jovem, seus netos completavam as lacunas de sua vida. a única que eu tive foi a sua falecida avó, a Carlota. a gente sim era feliz. ela citava Goethe e eu prometia ser seu Werther, prometia que daria minha vida pelo amor dela. então aconteceu e eu não pude fazer nada. acho que morri naquele dia, naquela ilha, com ela.
então, um de seus netos, José Evangelista, se levanta e diz que tem uma música pro senhor ouvir. tira o mp3 do bolso e uma música começa a tocar. parecia uma banda estrangeira, música estrangeira, mas o som, ah, esse era brasileiro, dava pra sentir. tudo passava diante de seu rosto enquanto a música o tocava e lágrimas de trinta anos brotavam de seus olhos sedentos. Rodrigo Amarante cantava em seus ouvidos a música jovem de sua velha vida: "e se o tempo for te levar, eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar..."
sábado, janeiro 13, 2007

pensamentos aleatórios (ou não tão aleatórios assim)

esse começo de ano anda sendo bom pra mim. claro que eu sempre arranjo alguma coisa pra me lamentar, é impressionante. mas tudo bem, acho que anda tudo bem.
acho que é isso. eu pareço um velho. eu me acho um velho. parece até que eu já perdi a juventude. e eu não posso deixar isso acontecer - eu tenho que viver bem, eu tenho que viver o que há pra viver. não tenho que pensar que tudo poderia estar melhor, mas sim que tudo agora, nesse momento, está bom e que tenho que aproveitar a vida como ela está sendo, como eu sou, sem medo. tenho 17 anos de sonho, de sangue e de américa do sul. só 17 anos.

viver o agora, ter expectativas boas para o futuro. e que se foda se essas expectativas sejam frustradas. eu acho que tenho que sonhar, não é? tenho que tentar e o resto deixo nas mãos da sorte (como outras pessoas que eu conheço).
tudo culpa dessa chuva, ah, essa chuva.
quinta-feira, janeiro 04, 2007

"se for mais veloz que a luz, então escapo da tristeza"

o negócio é o seguinte: vê duas pastilhas de freio e um disco de embreagem.
mentira, essa é piada interna.
mas o negócio agora é sério: vou fazer uma lista, que eu nunca fiz, sobre as metas que quero pra esse ano.
duvido, é claro, que me lembre dela, ou que a mesma fique boa, mas tentemos, tentemos.

- passar as férias da maneira mais feliz possível, saindo dessa maldita dessa casa.
- conseguir passar pra uff, de preferência. se não for possível, a ufrj tá boa pra mim.
- aprender o mínimo de algum instrumento ou então participar de algo relacionado com música.
- escrever algo que ache que valha a pena.
- não me desligar dos amigos daqui, caso vá para uma faculdade em niterói.
e, por último:
- arranjar um amorzinho.

pensando bem...
acho que só o último vale realmente alguma coisa pra mim, então acho melhor esquecer essa lista logo.

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"você é um vagabundo sem ambições na vida"
sou, sim senhora.