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quarta-feira, novembro 30, 2005

O mundo tá uma loucura

Eu tô trabalhando, o Dirceu levou bengalada, Bernardo maluco cortou o cabelo, Silvio poeta fez a barba, tô gostando de techno-trance, o ônibus errou a poça dágua e não me molhou, o chocolate acabou, o café acabou, o miojo acabou e me chamaram de Luciano Hamtaro pela vigésima quinta vez.

"E isso é uma loucu-ura!"
domingo, novembro 20, 2005

Coisas que passam pela minha cabeça

Esse verão, que ainda não é verão, mas que mais parece inverno. Ele me deixa assim. O problema é com ele, não comigo. É ele que me deixa triste. Acho que ele faz isso pra me derrubar, mas eu não vou deixar. Ah, mas não vou mesmo.
É que eu sou assim, inepto à adequação. Inadaptável. Um ser de apenas uma via. Aquele que dirige em uma rodovia e não quer pegar nenhum caminho além, só quer ficar na mesma, dirigindo, sem pensar se vai chover, se vai atropelar um esquilo ou se vai ter que parar um dia.
Sou altamente influenciável. Talvez porque não consigo me adaptar. A verdade é que eu sou simplesmente irrelevante; seja pra alguém; seja pra mim mesmo. Se o vento muda, já fico diferente. Se uma agulha caiu do outro lado da sala, já viro outra pessoa e sigo em frente.
É assim que começa. Mas é assim que começa o quê? Assim que começa a vida, assim que começa a morte, assim que começa o intervalo e você vai na cozinha abrir a geladeira e esbravejar porque acabou o sorvete? Não sei. Só me disseram que é assim que começa.
Eu só queria que terminasse. Ou que começasse. Na verdade não sei mais de nada, ando nessa confusão irrevogável e permanente. Às vezes acho que seria melhor se alguém me respondesse porque que tudo é assim, porque que tem que ser assim. Mas às vezes eu acho que tudo ficaria muito sem graça se e tivesse as respostas. Ou então, se eu soubesse as respostas, viria alguém e mudaria todas as perguntas.

E ando me lamentando demais. Mas acho que ninguém precisa falar isso.
quarta-feira, novembro 16, 2005

Calhorda

Esse começo de fim de ano tá sendo massa. Ando usando expressões velhas, como calhorda e massa, saindo com os amigos, ajudando o Diego nas matérias que ele precisa e saindo com os amigos. Ah, isso eu já disse é? Desculpa, é que eu ando meio assim. Ando meio despreocupado, hipócrita, autista e calhorda. Calhorda. Essa eu vou adotar. E anotar, senão eu esqueço.
Eu tô viciado em métal. Eu digo que é métal, mas a Fefê diz que é punk e o Diego me passou como se fosse punk rock. Eu já não sei, não sei de mais nada. Só sei que ando atarefado, estressado, despreocupado, hipócrita, altista e calhorda. Calhorda. Nossa, essa é muito boa mesmo. Vou adotar.
Tudo se passou em um intante e eu percebi que já estamos no começo do fim do ano, e eu tô de férias. Agora começam as propagandas de natal da coca-cola, luzes lindas e artificiais, filmes bíblicos e sem cabeça. Já começaram, hoje eu me peguei vendo Beethoven. É, aquele filme do cachorrinho são bernardo.
Não sei se escrevo são bernardo ou São Bernardo, ou se se escreve Beethoven mesmo. Não sabia como escrevia autista, devo até ter escrito errado ali em cima, já não sei. Eu já não sei, não sei de mais nada. Só sei que ando repetitivo e machadiano, rico em flashbacks e interrupções abruptas.