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terça-feira, agosto 29, 2006

yes, I once was mine

Acho que desses quatro anos de blog, pelo menos uns três eu não me lembro muito bem. E nesses quatro anos eu inventei umas coisas, esqueci outras e menti sobre tantas outras mais. A verdade é que não interessa quanto tempo eu fiquei aqui ou quantas vezes eu escrevo, cada vez que escrevo, me descubro. Digo, descubro uma nova parte de mim que estava oculta. E é por isso que esse blog ainda vive, acho. Até no power, onde, penso, escrevi as coisas mais mascaradas e não-admitidas, até nele me descubro.
Ontem, antes de ir pro cursinho, passei em uma daquelas padarias que são do coração, sabe quais?, sentei lá pelo meio da bancada e pedi um café. Peguei um caderno (não, não é um caderno, é o caderno) e comecei a escrever tudo que vinha pela minha cabeça. E sabe o que eu descobri? Que meus pensamentos são sem sentido e não valem nada, de tão desorganizados que são. Que não adianta tentar mudar meu jeito de agir, meu jeito de pensar, por mais medíocre e sem graça que sejam minhas ações e pensamentos.
A moça do balcão perguntou se eu queria outro café, eu perguntei quanto que era e ela disse que era só cinqüenta centavos. Ela encheu a xícara e eu percebi que não é ruim pensar que não posso mudar. Não é ruim pensar que não tenho valor algum. Senti o gosto do café amargo. Vi que, assim como eu penso de mim, o valor dele é baixo demais para algo tão bom.
Não é ruim valer pouco. As coisas que valem pouco é que são boas, exatamente por serem o que são e valerem o que valem. Por serem simples ou complexas, não importa.

E continuei escrevendo.
terça-feira, agosto 15, 2006

Pra duas pessoas

Se eu ganhasse um real por cada besteira que você diz, eu comprava uma câmera digital, um carro e encomendava um PlayStation 3.

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Se eu ganhasse um centavo por cada vez que te encontro na rua, eu me aposentava com 18 anos.
quinta-feira, agosto 10, 2006

pá-pará-pá-pá

Eu tinha pensado numa maneira bem legal de falar de alguma coisa, mas esqueci. Acho que é Alzheimer.
Bem, que se escafeda a UERJ, manda tománocú. Sem comentários. E é legal quando acontecem coisas que você pensa em fazer, mas não tem coragem. Não, nada de sentimental. Sentimentalismo, manda tománocú.
Aliás, acho que tománocú devia ser anexada ao dicionário. Assim mesmo, "tománocú". Eu sei, vai contra as regras, "só pode ter um acento agudo e uma sílaba tônica", mas a gramática, bem, nem preciso falar, né.
Tirando o assunto vestibular, acho que minha vida some. Não que o vestibular seja difícil, mas é que esse ano, tudo é vestibular.

Queria poder sentir mais. Tive uma aula de religião (er, isso foi um paradoxo, eu sei, mas quem disse que eles não existem?) e ela me fez lembrar do passado, e acho que agora eu entendo aquele negócio de você sentir falta da infância. É que por mais que sua infância tenha sido desviada ou fragmentada, você é feliz (ou ao menos se sente feliz) quando é criança. Não que eu queira ser criança ou que esse seja o tópico principal do post, mas é que foi um exemplo que eu pude dar. Quero sentir mais. Seja de que jeito ou com quem for.

"ei, ei!, estamos aí
pro que der e vi e-ér"