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sábado, junho 25, 2005

Sobre...tudo?

(post feito quando estava na fossa. desculpem o transtorno)

A vida é como uma onda no mar. No início, quando está se formando, não é sequer notada. Só começa a ser notada quando ganha corpo ou faz barulho suficiente. Então cresce, ganha forma e, quando está no auge, se quebra. Já perdendo sua força, vai parar na praia, onde se desfaz em espuma.
E assim vai, por toda a eternidade. Vida vai, vida vem, vai e vem, e uma nova vida se cria. Se Deus existe, fica imóvel, como uma criança ao admirar aquela paisagem linda, cheia de cores, com aquele mar flamejante, com aquele pôr-do-sol.
Vivemos nossa vida sem nos dar conta que não somos absolutamente nada, apenas água e espuma, crescendo e se quebrando, indo parar no nosso leito de morte, a praia. E achamos que somos importantes, de alguma maneira inimaginável. Achamos que temos algum papel no universo.
Poetas e filósofos diziam que somos poeira de estrelas, como se isso fosse lindo. Pois então te digo, como muitos também disseram antes: vamos do pó ao pó. Do pó de estrelas ao pó de cemitério, aquele cinza opaco, sem graça, sem vida, sem nada. Apenas somos então resquícios de imagens perdidas no tempo.
Imagens essas que vivem na cabeça das pessoas, vivem no tempo em que elas vivem, no tempo em que seu brilho estelar ainda não acabou. E então voltamos ao pó e às imagens perdidas no tempo e no espaço. De que forma então poderíamos nós sermos lembrados?
Ser lembrados como lendas? Te juro que prefiro ser totalmente apagado na história do que vir a ser o novo cavaleiro sem cabeça. Ou então algo mais forte, como o Drácula, aquele vampiro que nos rendeu vários jogos de videogame. Tudo bem, sou branco, tenho uns dentes avantajados, mas nada que me faça ser um vampiro. Um fantasma, talvez, mas nunca um vampiro.
Ser lembrados como gênios? Então deveríamos ter talento, não é? Esquece.
Ser lembrados como pensadores ou escritores? Então, se for assim, a vida não vale a dor de ser vivida. Ainda mais como essas pragas que são os escritores e pensadores.
Então como? Sei que quero ser lembrado, de alguma maneira, pelo resto da eternidade, mas sei também que um tanto quanto impossível. Então por que não acabo com essa peleja logo?
Nããããããão, vou ser lembrado como a onda que fui, como o pseudo-poeta que fui, como mini-gênio que fui, pela lenda que fui, pelo meio-que pensador que fui. Pelo pó de estrela que fui. Pelo pó de cemitério, guardado numa urna, em cima da lareira.
Pela espuma que, finalmente, se desfez.
domingo, junho 19, 2005

Batuta musical

Um belo dia amanhece e eu, coitado de mim, sou escalado para um post gigante sobre música. Tudo culpa do Rios, claro. Afinal, tudo é sempre culpa dele.

Então vamos lá.

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Volume total de músicas:

2,1 Gb = 525 músicas.

Último cd que comprei foi:

Eu não compro muitos cds, normalmente meu irmão que compra. Eu não me lembro quando foi que eu comprei meu último cd. Mas o último cd que ganhei foi a Soundtrack do filme Encontros e desencontros (Lost in translation). Lindo, lindo, lindo. Thanks to Akie.

Música tocando no momento:

Weezer - Pardon me. Afinal, o cd novo do weezer não tem nenhuma música ruim.

Vinte músicas que ouço muito e que significam muito pra mim:

1 - Phoenix - Too young (A mais dançante, A mais legal, A mais)
2 - FF7 - Aeris theme (nhai, que música linda)
3 - Jorge Drexler - Se va, se va, se fue (saber que eu já odiei essa música...)
4 - FFX - Tidus theme (esse jogo que não sai da minha cabeça)
5 - Weezer - Hold me (quer música mais linda que essa? problema é teu!)
6 - Ramirez - A mais bonita (cara, adoro essa banda)
7 - Ludov - Aconteceu (vide #6)
8 - Los Hermanos - Tenha dó (tenha dó, Luciano, essa banda não lança algo novo faz dois anos!)
9 - Foo Figters - Ain't it the life (ando muito calminho, sabe)
10 - Ben Kweller - Lizzy (vide #6)
11 - Blink 182 - Story of a lonely guy (ai, eu amo essa música)
12 - Radiohead - Everything in it's right place (dançante)
13 - SoyBonilla - A dança (vide #12)
14 - Radiohead - Sit down, stand up (vide #12)
15 - Radiohead - Backdrifts (impressionante como tô gostando de músicas dançantes, non?)
16 - The strokes - Alone, together (the world is over and I don't care, cuz I am with you...)
17 - SoyBonilla - Laurita (vide #11)
18 - FFX - Ending theme (vide #4)
19 - The strokes - Barely legal (you ain't never have nothing that I wanted but I want it all...)
20 - Weezer - My best friend (ah, vocês sabem como é, né)

Quatro pessoas pra quem eu passo a "batuta musical":

Rafael - você ainda está vivo... não?
Lívia - ta-da!
- vamos, vamos, show me what you've got!
Karen - duh.

"Daí vocês respondem o mesmo formulário bacaninha em seu uébilógerís", como já dizia o senhor Ronald McRios.
quinta-feira, junho 16, 2005

Aniversário

Sobre o aniversário não há muito que falar. Foi um simples dia de inverno, fazia um friozinho gostoso e a única coisa que fiz foi ir ao cinema ver o Guia de novo. Não há muito que falar sobre o aniversário.
Mas como um ano não passa assim tão rápido na vida das pessoas, há muito que falar sobre o ano que passou. Sobre as pessoas que conheci, sobre os lugares que visitei, sobre meu estado físico e psicológico, sobre meu ego. Claro, afinal se trata do meu aniversário.
Conheci muitas pessoas legais, viu. Pessoas que se tornarão inesquecíveis, pessoas essas que me ajudaram por demais, mudaram minha maneira de pensar e de viver a vida. Adoro vocês.
Conheci muitas outras pessoas também, incluindo uma tal garota que me fez me apaixonar. Sim, eu sei, o Luciano, cara que sempre fez pose de durão, de cara forte, que não dá a mínima pros próprios sentimentos, se apaixonando. E pela pessoa errada, ainda. Uma pessoa impossível pra mim.
Por causa dessa e de outras, esse foi o ano de mais contrastes. Tive momentos muito felizes, como o fim de ano com a Senhorita Archer e a Minhó, como as conversas com a turminha da Lívia, com a Akie, com a Dé, entre tantos outros que também amo tanto. Mas também foi um ano triste, depressivo, irracional.
Tive aquela pedra no rim, corri até quase desmaiar e fiquei dois dias sem comer. Acho que de físico mesmo só tem isso. Nunca fui muito de me machucar.

Também tem aquele negócio chato e impossível de se esquecer. Aquele negócio de achar “pô, eu tenho 16 anos e não fiz nada de produtivo”. Não li os livros que queria ler, não ouvi as músicas que queria ouvir, não falei sobre coisas que gostaria de dizer... Enfim, me acho um merdão quando chega meu aniversário. Fico pensando que tanta gente já faz sucesso antes dos 16, tanta gente é tão melhor que eu, tanta gente fez mais cursos que eu, tem mais talento que eu. Simplesmente não me contento em ser o que sou.
Por isso eu tento viver a vida dos outros, acabo sendo intrometido, chato. Por isso que eu escrevo e leio, pra ver se eu me desligo de mim. Convivo comigo faz tanto tempo que não me agüento mais.

Nota: 6,2. Você conseguiu passar de ano, mas ficou de recuperação. Vê se estuda mais, garoto!
domingo, junho 12, 2005

Dia dos namorados

Hoje é dia dos namorados, né? Então, eu, que tava na maior fossa por causa desses assuntos e tal, provavelmente iria começar a falar mal desse dia, ou ia falar que eu nunca tive alguém pra mim, ou então que me sinto muito mal com esse dia.

Mas...

Eu estaria mentindo, porque eu simplesmente não sinto nada demais nesse dia, e acho que nunca sentirei, porque é tão próximo do meu aniversário que minha futura namorada vai ser safada o suficiente pra me dar um presente só. Percebi isso outro dia, e vi o quanto isso é ridículo.

Mas já estou feliz por ter virado cupido nesse dia dos namorados.
Né, Senhor Rios?
sábado, junho 11, 2005

Guia do mochileiro das galáxias

Pois é, eu e meu irmão fomos ver o filme, depois de ter lido os dois primeiros livros.

(abrepiadainterna)E fomos de toalhas!(fechapiadainterna)

Foi muito engraçado, o Erick, bobo como ele só, não quis colocar a toalha no pescoço enquanto andávamos no shopping, em direção ao cinema. Mas eu, sem noção, coloquei minha intrépida toalha, fiz pose e fui. Quando fomos entrar, o homemquepegaentradas simplesmente olhou pra mim com uma cara ultra esquisita. Deve ter pensado "O que que há com esses jovens? Agora cismaram de levar toalhas pra dentro do cinema! Da próxima vez eu revisto."

O filme? Foi muito bom, obrigado. Desde as piadas internas, riquíssimas no filme, até as toalhadas, foi tudo muito engraçado. Claro, não recomendável pra quem nunca leu os livros, já que sem uma experiência prévia, o filme se torna completamente sem sentido.

Tá bem, chega de diarinho por hoje. Perguntas? Ligue pro revendedor mais próximo.

Ruivinha

- Quando eu te vi, você estava lá na rua Amarela, quieta no seu canto, na frente do meu carro, fumando seu cigarro. E foi depois que eu te vi que eu percebi quanto tempo eu havia perdido. Quanto tempo da minha vida eu tinha procurado alguém e você simplesmente se colocou em meu caminho.
- Foi muito engraçado, até. Sim, eu fiquei te olhando de longe, não sei quanto tempo. Parece que foram eras que se passaram enquanto eu estava ali, te admirando, enquanto seu cigarro lentamente se consumia. Nada me incomodava. Parecia que eu não tinha mais nenhum corpo, que eu não existia, somente voava e te rodeava, sem ao menos ousar tocar em uma única fumaça que saía de sua boca.
- Foi quando caí em mim de novo. Quero dizer, foi quando eu percebi que estava caidinho por você. Não, não foi uma daquelas histórias de amor à primeira vista, até porque eu nunca acreditei nesses mitos. Eu já te conhecia, lembra? É, eu trabalhava com você. Todo santo dia a mesma rotina.
- Eu acordava, me vestia, tomava um café na padaria e ia correndo pro trabalho. Fiquei sem palavras quando percebi que eu trabalhava com você. A garotinha ruiva do cubículo esquerdo. Essa descrição foi péssima. De garotinha você não tinha nada; trocava de cor de cabelo como mudava a roupa que vestia; nunca esteve no cubículo esquerdo. Mas eu acho que era assim que eu me referia a você quando conversava com meus amigos sobre o seu mau-humor.
- Você sempre com essa cara fechada. Nunca te vi dar sequer um sorriso. Nem quando falava mal de mim, com uma daquelas suas indiretas sutis e super inteligentes. Todos falavam que você não conseguia amar ninguém, mas eu nunca consegui acreditar nisso, apesar de não parecer ter nenhuma amiga, ter um comportamento muito agressivo. Mas eu sempre senti um mistério no ar quando você passava.
- Agora que te vi aqui, na frente do meu carro, percebi que não era agressividade, mas somente um reflexo. Afinal, ninguém te compreendia. Ninguém te compreende. Ninguém te entende, na verdade, ninguém sabe qual vai ser sua reação. Você é imprevisível, forte, corajosa, linda. Linda, linda, linda.
- Percebi que eu tinha que fazer alguma coisa. Não sei se seria certo te convidar pra um café, ou um jantar, quem sabe? Queria te conhecer mais, ver se atrás dessa cara fechada e desse instinto tem um coração. Mas se não tiver, não tem problema, te dou o meu. Seria desperdício eu ficar com ele aqui, quebrado, enquanto você nem sequer tem um.
- Venha, vamos sair. Vamos! Quero te conhecer, conversar com você... Poder te amar, poder te ter sem essa cara amarrada. Poder te ver como minha namorada.
- Vamos que a noite é nossa, é sua, toda sua. Te amo e não abro mão disso. Então vem comigo e me deixa ficar contigo, vai...?

Então ela sorriu.
segunda-feira, junho 06, 2005

Post feliz

Ai, eu tô tão feliz! Minhas dores passaram, minha pedra se foi, da dor só sobrou o sulco. Mas não tô feliz só por causa disso não. Hoje tá tudo tão mágico, tão terno e feliz! As tristezas simplesmente desapareceram e minha vontade de viver e de escrever voltou. O céu está tão lindo! Pela primeira vez vejo o sol feliz, a vida parece mais radiante. Parece que eu não ligo mais pra quem ela beija, pra quem ela abraça. Tudo é tão bom...
O sol me toca mas não me queima como antes. Apenas me toca e me livra de tudo que é mau. Olho pra trás, vejo quanta besteira eu fiz e rio. Eu sabia que um belo dia isso chegaria, essa vontade de rir sem limites, abrir os braços e ver a vida de um outro ângulo. Tudo é de uma paz tão suave! O vento que toca o meu rosto, as árvores que se embalam nessa minha dança, esse calor que me aquece a alma...
Queria que esse dia fosse especial, e ele parece que vai ser. Ganhei um bolo de brigadeiro em forma de coração, fiquei feliz e me lambuzei como uma criancinha. Me lembro daqueles momentos fracos e eternos na lembrança, de quando era pequeno. Não, não sinto saudade, só queria sentir isso novamente. Tudo que me faltava era alguém do meu lado...
Ligo o som. Can't you hear it calling?
sábado, junho 04, 2005

Template

Pois é, parece que as palavras me fogem. Mas bem que eu tô conseguindo fazer uns templates.

Bem, pelo menos isso, né.