<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d5329291\x26blogName\x3dNo+Surprises\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLACK\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://nosurprise.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_BR\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://nosurprise.blogspot.com/\x26vt\x3d-7886794234534277740', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>


terça-feira, janeiro 31, 2006
Se tem uma coisa que me irrita, e irrita muito, é velho. Principalmente os velhos aposentados-inválidos-inúteis com problemas nas pernas, nos braços, nos ossos, na coluna e em tudo que é canto possível, e que, mesmo assim, cismam de pegar a porcaria do ônibus e fazem cara feia se você não levanta pra dar lugar a eles.
Ora bolas, se essas tralhas aposentadas-inválidas-inúteis não aguentam ficar de pé num mísero ônibuszinho, pra que que pegam a porcaria da condução? E o pior, de graça. E mais pior ainda, tirando o nosso confortável lugar!
Tudo pra ir jogar dominó na praça... Haja paciência, viu.
Lugar de velho aposentado-inválido-inútil é em casa, sentado na poltrona, comendo bolacha, tomando água e vendo sessão da tarde ou vale a pena ver de novo, não na rua ou pegando ônibus.
sábado, janeiro 28, 2006

you made me hate the human race

às vezes eu quero que certas pessoas morram.
aí eu paro e penso que desejar que pessoas morram é muito desumano e feio, mas eu continuo querendo que certas pessoas morram.
quinta-feira, janeiro 26, 2006
Eu tava fora. Passei uma semana fora.
Fora de casa, fora do mundo, fora de mim. Tipo em outra dimensão, sabe?

E cara, eu nunca pensei que fosse passar pra essa outra dimensão. E muito menos que seria tão bom. Sério mesmo? Eu nunca pensei que fosse tão capaz disso.

O ruim foi voltar. Voltar pra minha vida, o meu tédio, o calor do caralho. Ruim só ter acesso a minha(nossa) dimensão exclusiva em pensamento e desejo. Ruim é morrer de saudade e lembrar dos 600 km de barreira.

Só não decidi ainda se é bom ou ruim contar os dias pra ter meu mundinho bonito com a minha vidinha feliz de novo.
sábado, janeiro 21, 2006
É interessante. É até, de certo ponto, esquisito ver que não faço nada que presta há muito tempo. Sabe, pensar que não fiz nada nos últimos meses em vez de pensar que eu li, vi, ouvi, viajei, li, li, li, li. Porque na verdade eu não fiz nada que presta faz muito tempo.
Não sei, minha vida estagnou, parou no último milênio. Acho que não sou mais criancinha, mas eu parei lá, em 2000, quando eu ainda era criancinha. Não que seja ruim ser criancinha, mas no meu caso foi. Minha mente tá aqui, em 2006, mas não faço nada que presta desde aquele tempo.
Na verdade eu não sei se já fiz algo decente, mas prefiro achar que sim. Não me lembro de nada antes dos meus treze anos, e sei que dali pra frente eu não fiz absolutamente nada. Não ri, não chorei, não fiz absolutamente.

Meu mundinho perfeito está a ponto de desabar, mas não botaram aquele aviso "cuidado, prédio de Sérgio Naya". Viram? Eu me lembro do Sérgio Naya mas não me lembro do que minha mãe me deu hoje de manhã pra tomar. Não lembro se era Nescau ou se era leite com café.
Não sei o que no meu caminho fez com que eu não fosse extremamente emo. Eu tinha tudo pra ser emo.
quarta-feira, janeiro 18, 2006

O Sol, as pessoas na piscina e o suor na cara

Eu não agüento mais.
Ontem dormi no chão. Não é ruim dormir no chão, eu gosto. Tá certo que às vezes incomoda, mas faz bem. Fez bem pra minha coluna.
Mas não foi por causa da minha coluna que eu dormi no chão, foi por causa do calor.
EU NÃO AGÜENTO MAIS.

Ontem fez 35ºC com sensação térmica de 40ºC. Eu devia estar acostumada, não? Essa cidade sempre foi quente, ou o diabo mora nela ou vem passar as férias aqui, mas não acostumo.
Não nasci pra viver aqui, não sou tropical.
Meu sonho nessas últimas semanas é ir pra Sibéria, passar frio, vestir quatro calças, seis casacos, toca, cachecol, lã.
Vento gelado, chuva, umidade, boca roxa, cara mais pálida do que a que eu tenho, soprar e sair fumacinha, tremer, ficar com dor de garganta.
É, é isso que eu quero.

Nesses dias quentes eu quase durmo abraçada no ventilador e acordo espirrando e com o nariz escorregando.
Isso não é vida.
Vem inverno, vem logo.
domingo, janeiro 15, 2006
Aloha!

Aff, eu não estudo focas. Estudo os golfinhos, cara. Golfinhos!
Você ainda não entendeu a diferença de um para o outro? Oo

Mas enfim... Minhas últimas análises territoriais me levaram a concluir que estes animais estão em uma grande crise recessiva por conta do crescente aquecimento global e, consequentemente, do efeito estufa. Aí sabe como é, retarda a migração pros pólos do planeta atrasando todo o ciclo reprodutivo...

Fala sério, alguém acreditou? :P


A verdade é que eu sou só mais um.
Eu me auto defino a mim mesmo próprio como um playboyzinho nerd sentimental e imprevisível.
Não esperem grandes coisas de mim, mas juro que vou me esforçar. ;)

Prazer, Danilo Cruz. A seu dispôr. _o//

Chega!

Apresento-vos Danilo Cruz, sociólogo e paleontólogo, estuda o impacto das focas no sistema capitalista.

E chega de novos integrantes, tô cheio.

Viagem - Depois

Bem, foi surreal, como o previsto. Tá, não foi tão surreal como o esperado, mas foi. Digo, foi muito bom, muito bom mesmo conhecer a Cecil e o Rio. A gente foi ao Rio Sul, eu quase passei mal por causa do calor, a gente foi à praia, eu misturei palavras de Kafka e Baudelaire, babamos com o dia lindo que tava fazendo, vimos um monte de mato, uma cachoeira, ondas de calor, o mar, posers, muitos posers, shoppings, fotos e pontos turísticos.
A Cecil é extremamente baixinha, falante e frenética. Quase um poço de cultura, eu me senti completamente perdido. Só acho que foi cultura demais pra uma cabeça desmemoriada como a minha. Não era exatamente o meu dia, mas foi muito bom.

Os outros dias da viagem foram simplesmente dias. Não tiveram nada de especial. Cantamos, comemos miojo, vimos a praia reluzente e minha tia semi-bêbada. Comi bolo com sorvete e li três livros. Minha mala extraviou pra São Pedro da Aldeia, mas ela voltou no dia seguinte.
Fim!
terça-feira, janeiro 10, 2006

Viagem - Antes

Sexta-feira treze, lua cheia. Eu no Rio com a CèS.

Sei lá, algo me diz que vai ser uma sexta extremamente surreal, viu.
domingo, janeiro 08, 2006
Eu sou muito difícil.
As mães estão sempre certas e a gente só percebe isso quando já é tarde, quando já aconteceu e quando você não acreditou que o que ela estava falando fosse realmente "verdade".
Sou difícil, não no sentido retardado de ser. Quando é não é não e quando é sim ou é sim ou é talvez. Nunca é talvez se for não. As pessoas custam pra entender isso.
Mas não é isso. Não é não.

Sou difícil de conviver e tudo bem, talvez muita gente seja e diga "ah, sei como é". Não sabe. Morissey tem uma música chamada "how could anybody possibly know how i feel" e é isso. Não tente achar que o que é comigo é com você.

Eu gosto de todo mundo. EU GOSTO, PORRA. Mas há um complexo bem mais complicado que todo esse post que não me deixa ser tão legaaaaaaal, amiiiiiiiiga, companheeeeeeeeeeeeira, fofíssima, tchutchuca, querida em todas as rodas punks, em todas as escolas de ballets e em todos os concertos de ópera.

Daí que, acredito fielmente que acabarei tendo um open-marriage, um apartamento pequeno com um gato e um peixe e vou tristemente fazer inseminação artificial, afinal ou se é pai presente ou se é pai desconhecido, pai que fode e vai embora e depois você encontra em um restaurante por quilo, não dá.

E sabe a verdade? Eu não quero isso.

Ae, timê! \o/

Bem, agora chega a Livoca.
O time dos "não tenho tempo pra postar, mas gosto de falar bobagens de vez em quando" está completo.

E agora sim, que venham as perguntas.
Aí né, ontem eu aprendi a tocar 'Meu Lanchinho' no teclado e tive um ataque de riso. É tão idiota. Idiota quem nem eu assim, e que nem qualquer coisa que eu invente de escrever. Pois é.

Sabe quando você está TÃO mau humorado por causa de ahn, NADA e não consegue se concentrar em hm, NADA por causa disso? Então.

Ah, oi.
sábado, janeiro 07, 2006

Apresentação

Com vocês, a senhorita Marianna.

E nada de perguntas, ouviu?

Esperança

Às vezes fica tão difícil de respirar. Mesmo com todas essas coisas acontecendo, a viagem semana que vem (tomara que eu possa ver a CèS *-*), os dois livros novos e maravilhosos, os filmes bons e de graça, as músicas, tudo, às vezes ainda assim fica difícil de respirar.
Porque viver não é só isso. Não é só sair de vez em quando com os amigos, não é só ouvir música ou decorar poesias por osmose. Falta alguma coisa.
Falta muita coisa.
Mas chega de sentimentalismo, eu quero é poder vagar por aí com alguma esperança.
Então é por isso essa faixa verde enrolada no seu braço, afinal.