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sábado, outubro 28, 2006

c'est la vie

quando você pensa que não há mais o que possa te impressionar, chega alguém com um death metal core com grind, em espanhol, e te passa uma música que consiste em um cara comprando drogas com um dos integrantes da banda e sendo morto porque não gosta.
domingo, outubro 22, 2006

come and go now as you please, your actions write the melodies

a vida vai passando e a gente acha que é pra sempre. não que a gente pense muito nisso, acho que é mais uma coisa de sentimento. porque se a gente parasse pra pensar, veria que não é, mas, bah, pra quê?
é tão bom viver como se nada pudesse acontecer, ou como se nada tivesse consequências. não, não tô falando de quebrar carros, chutar mendigos e rir de um babaca qualquer na rua. tô falando de simplesmente estar ali, fazendo o que se gosta, sem pensar que o tempo passa, que a gente passa, que a gente muda e o tempo muda a gente.

mas nós somos tão ingênuos...
terça-feira, outubro 17, 2006
queria ter alguém para quem pudesse contar tudo e me esvaziar, como tive um certo tempo atrás.
e que não fosse você.
sábado, outubro 14, 2006

caça ao tesouro

em alguma parte desse blog há um link para outro blog, o secreto.
espero que as pessoas certas achem o link. mas é por tempo limitado.
quinta-feira, outubro 12, 2006

my hair is shagging in my eyes

as conversas se repetem várias vezes na sua vida.
outro dia eu me senti realmente muito bem quando essa conversa se repetiu quando eu tava com um meio que amigo meu. a gente tava conversando, e, de repente, eu percebi que era a mesma conversa que eu já tinha tido com uma grande amiga minha, anos atrás.
e essa conversa, na época, mudou o que eu era, drasticamente. não que a conversa tenha sido igual, porque as condições não eram iguais. e nem podiam ser, acho que nunca uma conversa vai mudar alguém do jeito que mudou na época.
eu só sei que eu me senti muito bem com os papéis invertidos. e que era eu que falava, não era eu quem ouvia.

"Porque você é pra alguém o que você demonstra ser pra ela."
quarta-feira, outubro 04, 2006

tento tento e não consigo sem vírgulas e daí?

não importa o quanto a gente vê por aí; sempre tem coisas novas pra ver. queria ver tudo, saber de tudo. mas o pouco que sei já é demais pra mim, e eu agora só quero sentir.
queria que as coisas fossem mais voluntárias, sabe?, como ter vontade de ouvir uma música e ter o mp3 na mão. que se pudesse escrever o que quisesse, sem se preocupar com quem lê ou como escrever. ou regras gramaticais, tô me fodendo pra elas. por mais que as ame.
não me importo mais com letras maiúsculas. vírgulas, acho que essas sim, porque vivo dando pausas na minha vida. por mais contínua que ela seja. coloco os pontos nos lugares errados, mas isso eu sempre fiz, não gramaticalmente. na vida.
porque eu quero viver sem as preocupações. no alarms and no surprises, acho que esse nome está aí não é por pouco. não que eu pensasse sobre isso quatro anos atrás, ou foram três?, quando eu criei o blog. eu gostava de creed. que horror.
e porque sem as preocupações, a vida fica mais feliz. porque as preocupações são ridículas. a gente complica a vida porque quer, isso, o errado, é voluntário. as coisas que deviam ser voluntárias, não são, e isso é. e sem as preocupações a gente vive, só vive. só existe, e ri. e chora, claro, porque o choro é a raiz de todas as expressões. até o riso em demasia leva ao choro. e não, não dou razão aos emos por chorar. deve-se chorar, sim, mas quando se deve.
e eu acho que as coisas vão ficar bem, algum dia. um dia que eu saia com meu não-eu e todo mundo fique pasmo.

porque essas coisas, bem, a gente não esquece, seja isso voluntário ou não.
e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.