não importa o quanto a gente vê por aí; sempre tem coisas novas pra ver. queria ver tudo, saber de tudo. mas o pouco que sei já é demais pra mim, e eu agora só quero sentir.
queria que as coisas fossem mais voluntárias, sabe?, como ter vontade de ouvir uma música e ter o mp3 na mão. que se pudesse escrever o que quisesse, sem se preocupar com quem lê ou como escrever. ou regras gramaticais, tô me fodendo pra elas. por mais que as ame.
não me importo mais com letras maiúsculas. vírgulas, acho que essas sim, porque vivo dando pausas na minha vida. por mais contínua que ela seja. coloco os pontos nos lugares errados, mas isso eu sempre fiz, não gramaticalmente. na vida.
porque eu quero viver sem as preocupações. no alarms and no surprises, acho que esse nome está aí não é por pouco. não que eu pensasse sobre isso quatro anos atrás, ou foram três?, quando eu criei o blog. eu gostava de creed. que horror.
e porque sem as preocupações, a vida fica mais feliz. porque as preocupações são ridículas. a gente complica a vida porque quer, isso, o errado, é voluntário. as coisas que deviam ser voluntárias, não são, e isso é. e sem as preocupações a gente vive, só vive. só existe, e ri. e chora, claro, porque o choro é a raiz de todas as expressões. até o riso em demasia leva ao choro. e não, não dou razão aos emos por chorar. deve-se chorar, sim, mas quando se deve.
e eu acho que as coisas vão ficar bem, algum dia. um dia que eu saia com meu não-eu e todo mundo fique pasmo.
porque essas coisas, bem, a gente não esquece, seja isso voluntário ou não.
e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.