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segunda-feira, julho 31, 2006
E chega de gente a mais no surprises, agora é só eu de novo.
Se prestar caridade ao próximo retornasse o doado em dobro, meu papel higiênico seria perfumado.
segunda-feira, julho 24, 2006

mais um texto recorrente

Eu andei lendo alguns posts antigos. Acho que foi o Bandeira, ou o espírito dele (já que a modinha é espiritismo), que me guiou aos posts velhos. Do nada, lembrei de uma poesia dele, ou de um verso que achei que estava correto. Procurei no google pelo verso impresso na minha mente. Não que eu me sinta assim, mas eu lembrei de "a vida/ a vida não vale a dor de ser vivida". Mas eu estava errado, o verso não era assim. Então, na minha busca, voltou como resultado único um texto meu, desse blog, de um ano atrás, dia vinte e cinco de junho.
Tratava-se de um texto extremamente pessimista. Fazia quase-metáforas sobre a vida, que a vida era uma onda. Engraçado; minha memória é especialmente seletiva. Ela guarda coisas inúteis e, ao mesmo tempo, muitas coisas boas. Eu lembro exatamente de como estava, onde estava e como me sentia quando escrevi aquele texto. Cada detalhe. E percebi várias coisas lendo o texto.
Percebi o quanto eu era pessimista. Eu simplesmente esperava uma coisa e me frustrava por não realizá-la. Reclamava comigo mesmo. Achava que o mundo era injusto e tudo mais. Acho que com o tempo eu parei de perguntar por que que a vida é injusta, ou por que as coisas boas não acontecem comigo. Não sei se me acostumei ou se eu estou vivendo essas coisas boas. Não quero colocar minha vida numa balança pra ver se está boa ou não, quero só viver.
Vi também o quanto mudei, no modo de escrever, digo. Estou mais auto-crítico, escrevo tudo como deve ser, sem erros de português típicos do ano passado. Acho que por causa disso também deixei de ser tão expontâneo quanto antes; li vários textos meus velhos, grandes e recorrentes. Minha criatividade foi podada e moldada. Queria voltar aos velhos tempos, usar pronomes em início de frases, errar na grafia e na utilização das pontuações. Acho que ando meio saudosista.


Quero ter meus velhos textos novamente. Minhas metáforas toscas e meus erros. Só isso. E ser lembrado pela onda que fui, pela espuma que finalmente se desfez.
sábado, julho 22, 2006
(Mas você com certeza valoriza muito mais as coisas quando está acompanhada.
É sempre assim com todo mundo.
Cruz | 07.13.06 - 4:54 pm |)


Sério Cruz?
Deve ser, mas eu não tenho paciência com os outros.
Sou muito individualista e egoísta.
Nem mãe eu acho que sirvo pra ser, apesar de ser uma das coisas que quero muito nesse mundo.
Sabe por quê? Porque eu preciso possuir alguma coisa. Chamar de meu e saber que é mesmo meu.
Filho é assim.
segunda-feira, julho 17, 2006
Ela parecia a Irina Slutskaya.

E eu planejo mudanças, mas, ah, tô sem saco, no momento.
domingo, julho 09, 2006
Muito bonito esse ano.
Eu me dou muito melhor sozinha nesse mundo do que acompanhada.
Estranho, mas é bom.
domingo, julho 02, 2006

back again

Vocês devem estar se preguntado, "mas senhor Bottini, onde está o Luciano, senhor Bottini?". Preguntando mesmo, igual jeca.
A verdade é que eu ando ocupado demais, e estudando demais. E pregando mentiras demais.
Escrever pra cá se tornou algo difícil. Acho que é isso que dizem, que é bom quando se é criança, porque não se tem auto-crítica. E eu fico cada vez mais crítico. Sabe, daquilo de olhar pra mim mesmo e dizer "nossa, que que eu tô fazendo".

E é mentira que eu deixei de escrever porque ando ocupado e tralalá, não, eu sempre escrevi, não importa a situação, sempre tenho alguma coisa pra escrever. É que eu ando crítico, "eles não devem saber tanto da minha vida, vai ver tem um homicida na região que odeia pessoas como eu, quando descobrir vai querer me matar". Pois é, parei de escrever porque não quis mais. Não por não querer, mas por não querer querer, se é que tem alguma coisa assim.
Hoje eu vi o jogo Brasil contra França na Aliança Francesa, fui xingado pelo prédio vizinho quando acabou o jogo. Ridículo, me chamaram de corno. "Seus bando de corno, culpa de vocês que a França ganhou!" Eu só gritava "allez, le bleu!".
Depois teve uma festa, também da aliança, mas não na aliança, foi na chez Raimundo, casa do Raimundo, ali do lado. 90% do tempo eu fiquei do lado da fogueira. Agora eu tô fedendo por causa da fumaça, mas não vem ao caso. Conheci. Tá, não bem conheci. Mas eu falei assim na boa, eu bati papo, com a garota mais linda que já vi na vida, de verdade. Mas não, não é nada, nada mesmo, ela só é linda demais, e eu nunca mais vou ver ela na vida. E ela devia ter o que, uns treze anos. Mas foi bom.

Fim.