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sábado, dezembro 30, 2006
FELIZ ANO NOVO, PORRA!
porque 2007 vai ser foda demais.
e porque eu falo palavrão pra caralho, se eu quiser.
e daí? vai se fuder, filho da puta.
sábado, dezembro 23, 2006
ando visitando vários blogs por aí. muitos mesmo. vejo um link e saio clicando. paro, leio uma ou outra coisa, paro, penso e sigo pro próximo.
talvez não seja só eu que tenha sérios problemas com fins de anos. talvez.
quinta-feira, dezembro 21, 2006

sobre espíritos e auras

hoje eu reencontrei na rua uma grande amiga. estava no centro de artes, e ela apareceu. ela por início não me viu, eu estava conversando cá com uma artista plástica sobre algum assunto inútil como provas ou como filmes de comédia são bons quando as piadas são inteligentes. pedi licença para a moça do ateliê, de quem não lembro o nome, e andei calmamente meus cinco passos até minha velha amiga.
ela conversava com uma dona de óculos foscos e eu pedi perdão quando toquei seu ombro e a fazia reconhecer meu rosto. ela virou-se, olhou em meus olhos e disse que fazia realmente muito tempo que não me via. continuamos os três conversando sobre cursos que pretendo fazer, ela disse inclusive que vários cursos interessantes estavam disponíveis gratuitamente perto dali, "não que você precise disso". seis horas no relógio, entramos e pegamos nossos ingressos para o cinema.
me deu papel e desenrolou uma caneta da bancada, pedindo-me pelo meu endereço, para que pudesse manter contato com vossa senhoria. ela, sempre doce, convenceu-me, eu anotei meus rabiscos indecifráveis e ela disse que minha letra não era tão ruim assim, que eu devia ver a letra de seu falecido pai, que ela escreveria alguma coisa e me manteria informado sobre tudo enquanto eu estivesse fora.
foi então que ela parou-se em meu caminho e perguntou posso te confessar uma coisa muito pessoal? claro, então ela calmamente tateou seu caminho dizendo "eu não sei sobre suas opções religiosas", e enquanto eu pensava que opções? ela disse "você tem algo especial. você é algo especial. eu sei, eu posso sentir, sou sensitiva. você tem uma aura azul e dourada. você veio pra alguma missão muito importante, algo entre a felicidade e a paz."
não tinha palavras para dizer. pensei nossa, eu não tenho certeza do que ela está falando, eu não sei se ela está certa ou se meus sentidos estão, e respondi que tentava fazer o máximo de mim. ela reafirmou não, você não tenta, você é, você foi, você será uma pessoa extraordinária, virou-se e entrou da sala de projeção.
entrei logo após ela, que sentou-se bem no meio. bem no meio. sentei-me na segunda cadeira antes da dela, e ela virou-se para mim novamente. disse "vejo mais. vejo que você viveu, que você já passou por aqui algumas vezes. diria pelo menos umas seis vezes." fiz rapidamente contas na minha mente e pensei alto, são pelo menos trezentos e sessenta anos. ela interrompeu-me fortemente, dizendo que que é isso, muito mais. muuuito mais. pelo menos uns mil e trinta anos. exatamente, mil e trinta anos.

sempre fui incrédulo.
mas o olhar dela.
o olhar dela.
ela quase me fez acreditar.
segunda-feira, dezembro 04, 2006
chega, eu preciso de férias.