"Who's your daddy?"
Muito tempo atrás, nos primórdios da humanidade, havia uma comunidade tribal avançada, de hominídeos, que decidiram complicar a vida e inventaram um negócio chamado vestibular. Era algo difícil, que quase nenhum desses pobres hominídeos passava. E coitados, eram burros, tiveram que inventar algo um pouco mais fraco, um pouco menos sofrível. E das entranhas da carne humana nasceu o nEnem.
Esse nEnem foi crescendo, ganhando corpo, ganhando forma de homem. E aí, de repente, um hominídeo, pobre hominídeo, decidiu que era hora de desafiar o nEnem. Esse hominídeo se chamava Luciano Martins Ratamero.
Ele era uma mala, um chato. Decidiu que ia fazer a prova, chegou uma hora antes, sentou na carteira e começou seu estranho ritual pré-prova. Tirou do bolso uma caneta, uma lapiseira (que esse ser estranho cisma que tem que ser zero-nove, porque não quebra a ponta e a letra fica bonitinha e é boa pra desenhar e é tudo de bom no mundo todinho), uma borracha (cheia de furos, a essa altura) e os colocou em cima da carteira.
Olhou pro seu inseparável comparsa, o relógio digital, viu que não tinham se passado nem cinco minutos. Pensou "aimeudeusdocéu, falta uma hora pra prova" e começou a imitar o Coragem, o cão covarde, e deu pulinhos enquanto dizia "o que que eu faço, o que que eu faço?" Decidiu se divertir, enquanto tirava uma com a cara dos marmanjos que estavam na mesma sala. Pobres marmanjos.
Primeiro, desenhou, na borracha, pobre borracha, um personagem de anime, desconhecido, e ficou exibindo pra todo mundo. "Já viu, hein, já viu?" Depois, pintou a unha com grafite. "Eu tenho uma unha pintada de grafi-tê, você não te-em!" Então, começou a batucar Dark Shines em ritmo frenético. Por último, desenhou um boneco palito com moicano™ na ponta do dedo indicador.
E finalmente a prova começou. O hominídeo, pobre hominídeo, começou a fazer o nEnem. Fazia na maior, sem ligar pra nada, simplesmente fazendo como queria fazer. Assobiaria, se soubesse assobiar. Mas como não sabia, ficou se espreguiçando após cada questão. Dali a alguna minutos, acabou de responder as 63 questões e decidiu descansar um pouco.
Observou o mundo a sua volta e só pôde ver dois fiscais, que conversavam sobre o jogo do flamengo enquanto jogavam joguinhos no celular, e um outro hominídeo, pobre outro hominídeo, que tinha o mesmo nome. Um tal de Luciano Rodrigues. Então, o hominídeo original decidiu que era hora de curtir com a cara do chará.
Pegou seu boneco palito com moicano™ e começou a brincar de "who's your daddy?" Virava pro boneco e gritava "who's your daddy?" enquanto o esbofeteava. Depois fingia ser o boneco palito com moicano™ e falava "that's you, that's you, now lemme go!"
Viu que todos estavam achando que era um hominídeo um tanto estranho, fez a redação em cerca de 30 minutos e foi embora pra casa.
Há rumores de que o boneco palito com moicano™ o processou por agressão física e verbal, mas não passam de rumores. O hominídeo ficou com 49 acertos e 78% da prova, achou que estava bom e se matou, depois de brincar de "who's your daddy" mais uma vez.
Esse nEnem foi crescendo, ganhando corpo, ganhando forma de homem. E aí, de repente, um hominídeo, pobre hominídeo, decidiu que era hora de desafiar o nEnem. Esse hominídeo se chamava Luciano Martins Ratamero.
Ele era uma mala, um chato. Decidiu que ia fazer a prova, chegou uma hora antes, sentou na carteira e começou seu estranho ritual pré-prova. Tirou do bolso uma caneta, uma lapiseira (que esse ser estranho cisma que tem que ser zero-nove, porque não quebra a ponta e a letra fica bonitinha e é boa pra desenhar e é tudo de bom no mundo todinho), uma borracha (cheia de furos, a essa altura) e os colocou em cima da carteira.
Olhou pro seu inseparável comparsa, o relógio digital, viu que não tinham se passado nem cinco minutos. Pensou "aimeudeusdocéu, falta uma hora pra prova" e começou a imitar o Coragem, o cão covarde, e deu pulinhos enquanto dizia "o que que eu faço, o que que eu faço?" Decidiu se divertir, enquanto tirava uma com a cara dos marmanjos que estavam na mesma sala. Pobres marmanjos.
Primeiro, desenhou, na borracha, pobre borracha, um personagem de anime, desconhecido, e ficou exibindo pra todo mundo. "Já viu, hein, já viu?" Depois, pintou a unha com grafite. "Eu tenho uma unha pintada de grafi-tê, você não te-em!" Então, começou a batucar Dark Shines em ritmo frenético. Por último, desenhou um boneco palito com moicano™ na ponta do dedo indicador.
E finalmente a prova começou. O hominídeo, pobre hominídeo, começou a fazer o nEnem. Fazia na maior, sem ligar pra nada, simplesmente fazendo como queria fazer. Assobiaria, se soubesse assobiar. Mas como não sabia, ficou se espreguiçando após cada questão. Dali a alguna minutos, acabou de responder as 63 questões e decidiu descansar um pouco.
Observou o mundo a sua volta e só pôde ver dois fiscais, que conversavam sobre o jogo do flamengo enquanto jogavam joguinhos no celular, e um outro hominídeo, pobre outro hominídeo, que tinha o mesmo nome. Um tal de Luciano Rodrigues. Então, o hominídeo original decidiu que era hora de curtir com a cara do chará.
Pegou seu boneco palito com moicano™ e começou a brincar de "who's your daddy?" Virava pro boneco e gritava "who's your daddy?" enquanto o esbofeteava. Depois fingia ser o boneco palito com moicano™ e falava "that's you, that's you, now lemme go!"
Viu que todos estavam achando que era um hominídeo um tanto estranho, fez a redação em cerca de 30 minutos e foi embora pra casa.
Há rumores de que o boneco palito com moicano™ o processou por agressão física e verbal, mas não passam de rumores. O hominídeo ficou com 49 acertos e 78% da prova, achou que estava bom e se matou, depois de brincar de "who's your daddy" mais uma vez.

