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sábado, dezembro 22, 2007
moved to no powerbossa
quinta-feira, agosto 23, 2007
sábado, agosto 18, 2007

autrefois parte II

penso no tempo que perdi pensando em como ser ou como agir pra ser meu próprio herói dos pensamentos. aquele que sempre diz a frase certa e age na hora que deve agir. o que sonha, o que beija, o que pensa, o que vive, o que sonha. que sonha por ser eu, por ser meu herói dos sonhos.
nunca fui quem eu queria ser. nem serei, por não ter em mim a parte herói, a parte que faz de mim um ser amorfo, com capacidade de moldar e de mudar mim mesmo, se dado um só milésimo de segundo. não sou quem quero, não serei quem quero.
não sou o mesmo garoto daquela época, decerto, não sou. mas a mudança não se faz durante uma noite de sonho. não se faz de um pensamento ao outro, como se espera de quem é como quero ser. se muda, sim, quando toma-se uma caneca inteira de café e lembra-se do que aconteceu antes das luzes se apagarem.
não é por causa disso que movimento. não é pra ser herói que mudo o passo. que turvo a água suja que corre em minhas veias. que perco meu controle a cada vez que tudo se repete, que tudo vem à tona, como o inimigo oculto que não cansa de morrer.
é por causa de uma nova chance, uma página que assino e jogo ao vento, uma lágrima que escorre pelo esgoto. de um desespero quase que sereno, de ver a chuva, ver como era pleno, passado triste e ameno, e agora certo ao esquecimento.
terça-feira, agosto 14, 2007

autrefois

tá tudo bem, tudo feliz, até certo ponto. muitas músicas novas, poucos livros a mais, alguns amigos desenterrados do que chamamos vulgarmente de nada e um blog, também ressucitado. e em grande estilo, com Signal Fire, do Snow Patrol. provavelmente um dos clipes mais óuns já criados.
uma vontade absurda de comer frango assado. não sei muito bem ainda por que parei de escrever, tanto aqui, quanto no power (notem que faz mais de mês que não posto por lá). foi um daqueles momentos blés, sem sentimento algum. e digo mais, agora tudo volta à ativa, os recentes acontecimentos que temo não poder descrever (ou temo não dever) me fizeram muito bem (e muito mal, um em específico).
o que importa é estar de volta, reaprendendo a escrever. tava passeando em um blog oculto, não o trésor, mas o outro, o oculto oculto, que só duas pessoas descobriram, apesar da patética tentativa de puzzle que estava no lugar destas palavras.

let the good times begin.
domingo, agosto 12, 2007

a volta

domingo, abril 15, 2007
eu queria saber tocar air guitar feito Don Vito Corleone.



Corleone tocando Fear of the dark
domingo, abril 08, 2007
quando a realidade é dura demais e o sonho é utópico demais, misturamos os dois para ver a arte da vida.
esse é o projeto que eu e a Juliana estamos fazendo no oniri[cidade]. espero que gostem!
sexta-feira, março 30, 2007
vi essa foto e fiquei com uma PROSTITUTA de uma saudade.
sexta-feira, março 16, 2007

anti-história de um matador

ele andava com os olhos pregados no chão. não que ele gostasse disso, mas ele preferia ter que olhar pro chão do que encarar as pessoas olho no olho. não que ele não gostasse de olhar as pessoas olho no olho, mas ele tinha medo de descobrirem quem ele era. o que ele era.
descobriu o que queria fazer da vida aos quatro anos de idade quando viu pela primeira vez na tv o que era um assassinato. claro, aos quatro anos ele não tinha consciência suficiente pra dizer "olha, aquele cara morreu", mas já sabia, por instinto, que era aquilo que iria fazer.
não era pelo desafio ou pelo fato de seus pais sempre terem sido duros com ele, mas pelo simples fato de querer matar. não precisava de um motivo ou de quem o ajudasse; era muito bom no que fazia. nunca deixava rastros. às vezes um deslize ou outro, quando perdia a calma, mas sempre mantinha a classe. tinha a petulância de assinar com sua marca registrada, uma flor de plástico.
a flor de plástico realmente não significava muita coisa, era uma daquelas que se compra em lojas do tipo "1,99 do japa" ou lojas do ramo. e também não tinham valor sentimental; eram de plástico porque não murcham e porque, é claro, são muito mais baratas, se compradas separadamente.
mas ele olhava pra baixo porque não queria que as pessoas vissem que ele tinha algo a esconder. e, é claro, não dava muito certo, porque a primeira coisa que as pessoas notavam era que ele tinha tudo a esconder, e exatamente porque ele sempre olhava pra baixo. não era um daqueles góticos ou pessoas que a gente logo imagina, vestidas de preto, branquelas, com aquele ar triste e roupas largas. era mais um cara normal. só que ele olhava pra baixo.
não pensava em fazer justiça com as próprias mãos. afinal, se fosse justiça, ele não estaria cursando física na faculdade, mas algo como direito ou sociologia. não pensava se a pessoa era boa ou má; simplesmente entrava, olhava, matava e saía, como se nada tivesse acontecido.
tinha como ídolos o Jô Soares e o Arnaldo Jabor. achava-os "engraçadinhos". gostava da ironia e do humor fácil, o que, era óbvio, se demonstrava por seu instinto matador e sua fama de galanteador. galanteador. humor fácil.
sua mãe fica doente, ele sai de casa para procurar um médico e acaba em outro país, casando-se com uma mulher distinta, de olhos grandes, e funda uma família de matadores que, como sempre, pra não perder a ética, acaba morta no fim, engraçadamente, de intoxicação alimentar, e ironicamente, sem deixar rastros.
sexta-feira, março 09, 2007
faça um luciano feliz!
contribua para a ação beneficente luciano esperança para ajudar o pobre coitado sem dinheiro pra nada.
ligue para 0800 43 1515 e doe alguns de seus milhões!

o luciano agradece e ainda te paga um sorvetinho.